PORRADÔMETRO Jogar

Conferindo quem está na avenida…

PORRADÔMETRO

Duas torcidas, uma avenida e um placar que mede quem está batendo mais agora.

Jogar agora

Grátis, no navegador (PC e celular). Para entrar na avenida, crie sua conta: só para maiores de 18 anos.

Em dois minutos você entende

Como funciona

  1. Entre e escolha o seu lado

    Entre com a sua conta (grátis, só para maiores de 18 anos) e escolha: Time Vermelho ou Time Verde-Amarelo. Você veste a camisa, ganha as cores da sua torcida e entra pela sua ponta da avenida. Na próxima entrada, dá pra trocar de lado se quiser.

  2. Uma avenida só, todo mundo junto

    Não tem sala nem fila: quem está jogando agora cai na mesma Avenida Paulista, ao mesmo tempo. Quando a avenida está vazia, os lutadores da casa completam o bolo dos dois lados.

  3. O PORRADÔMETRO

    O placar gigante no alto da tela é um cabo de guerra: cada soco que entra puxa o ponteiro pro lado de quem bateu. Ele mede o agora e esfria sozinho, então pra segurar o ponteiro do seu lado tem que continuar batendo.

  4. FÚRIA e PORRADA ESPECIAL

    Cada soco que acerta enche a sua FÚRIA. Encheu? Aperte Q e solte a PORRADA ESPECIAL: um giro que arremessa todo mundo do outro time à sua volta e dá um tranco no porradômetro.

  5. Nocaute? Levanta!

    Tomou porrada demais, vai pro chão e fica uns segundos vendo estrelinha. Depois levanta inteiro, na sua ponta da avenida, pronto pra revanche. Na Paulista, ninguém sai deitado.

A lenda da avenida

A história

Na Avenida Paulista, duas torcidas se encontram sempre no mesmo lugar e na mesma hora: o Time Vermelho e o Time Verde-Amarelo. A briga começou com um erro de agenda e nunca mais parou, e hoje quem decide a parada é o PORRADÔMETRO, o placar gigante que mostra qual lado está distribuindo mais sopapo neste exato momento. É pancadaria de desenho animado: PÁ, ZÁS, estrelinha girando, e todo mundo levanta pra revanche.

A arena é a Avenida Paulista num domingo de avenida aberta: sem carro, com o asfalto inteiro livre pra correria. De um lado, o MASP e suas vigas vermelhas segurando a caixa de vidro sobre o vão livre; do outro, as árvores do Parque Trianon. Mais adiante, a fachada de LED da FIESP transmite o PORRADÔMETRO em tamanho gigante, o letreiro do Conjunto Nacional brilha no alto e as antenas de TV, listradas de vermelho e branco, piscam contra o céu. Tem banca de jornal, relógio de rua, gradil, ponto de ônibus, a ciclovia no canteiro central, ambulante gritando “água, água, pipoca!” e um carro de som em cada ponta da avenida disputando quem toca mais alto. E a Paulista não ajuda ninguém a se acalmar: o MASP é vermelho, o Trianon é verde, a ciclovia é vermelha e o metrô que chega ali é a Linha Verde. Cada torcida jura que a avenida inteira está do seu lado.

As duas torcidas

Time Vermelho

Nome no estandarte: Lula

Bumbo batendo, punho no alto!

A batucada mais organizada da Paulista: até o soco passa pela roda antes de sair.

Eles sobem a Consolação de camisa vermelha, bandana no pescoço, uma faixa de vinte metros e um bumbo que se ouve do outro lado do Trianon. A turma do Vermelho resolve tudo em roda (quem segura a faixa, quem puxa o canto, se o pastel é de carne ou de queijo) e só então parte pra cima, em bloco e no compasso. O nome no estandarte é Lula, mas quem desce pra avenida é a torcida: gente anônima, de vermelho, que canta enquanto bate. Quando o bumbo acelera, pode olhar pro telão: o porradômetro vai pender pra esquerda.

Concentração Ponta da Consolação, perto do Conjunto Nacional.

Estilo de briga
  • Batucada de guerra: quando o bumbo acelera, a linha vermelha inteira acelera junto.
  • Cordão de braço dado: parede vermelha não abre, não recua e, quando anda, leva todo mundo junto.
  • Faixa de vinte metros: precisa de doze pessoas pra carregar e derruba quinze quando faz a curva.
  • Garrafa térmica sem fundo: o café de casa segura o pique até o fim da tarde.
  • Memória de cantoria: sabe todas as músicas, inclusive a estrofe que todo mundo esquece, e não erra a letra nem levando soco.
Gritos da torcida
  • Vermelho, vermelho, do boné até o joelho!
  • Bate o bumbo, bate o pé, a Paulista sabe quem é!
  • Sobe, sobe, porradômetro, pende pro lado de cá!

Time Verde-Amarelo

Nome no estandarte: Bolsonaro

Corneta tocando, bandeira no alto!

O buzinaço mais animado da Paulista: até o soco espera a foto oficial antes de sair.

Eles sobem a Brigadeiro de camisa verde e amarela, bandeira amarrada no pescoço feito capa e uma corneta que se ouve do outro lado do MASP. A turma do Verde-Amarelo chega em comboio (a avó, o primo, o cunhado e o cachorro de bandana) e só entra na briga depois da foto oficial, com a bandeira aberta e todo mundo no enquadramento. O nome no estandarte é Bolsonaro, mas quem desce pra avenida é a torcida: gente anônima, de verde e amarelo, que buzina enquanto bate. Quando a corneta toca, pode olhar pro telão: o porradômetro vai pender pra direita.

Concentração Ponta da Brigadeiro, perto da estação do metrô.

Estilo de briga
  • Buzinaço de guerra: quando a corneta toca, a linha verde-amarela inteira avança junto.
  • Bandeira-capa: entra na briga correndo, com a capa esvoaçando e o efeito dramático garantido.
  • Comboio familiar: vem a avó, o primo, o cunhado e o cachorro de bandana, e ninguém briga sozinho.
  • Isopor sem fundo: água gelada e sanduíche natural pra segurar o pique até o fim da tarde.
  • Memória de arquibancada: sabe o hino inteiro, inclusive a parte que todo mundo esquece, e canta sem perder o fôlego.
Gritos da torcida
  • Verde-amarelo, do boné ao chinelo!
  • Toca a corneta, abre a bandeira, a Paulista é nossa a tarde inteira!
  • Ponteiro, ponteiro, vem pra cá ligeiro!

Capítulos

1. A agenda dupla

Tudo começou com um erro de agenda. Num domingo de avenida aberta, a turma do Vermelho marcou concentração no vão livre do MASP às duas da tarde. A turma do Verde-Amarelo marcou no mesmo lugar, na mesma hora. Ninguém sabe quem anotou errado, e cada lado tem certeza absoluta de que foi o outro. Os dois cordões se encontraram no meio da faixa de pedestres, alguém pisou na bandeira de alguém, alguém disse “opa”, alguém respondeu “opa o quê?” e, de repente: PÁ! Meia avenida no chão, vendo estrelinha. Dois segundos depois, todo mundo levantou, despenteado e rindo, já pedindo revanche. Nascia a rivalidade mais pontual de São Paulo.

2. Quem ganhou?

O problema veio depois: quem tinha vencido? O Vermelho jurava que tinha batido mais. O Verde-Amarelo jurava exatamente a mesma coisa. A discussão durou até passar o último ônibus. Foi aí que entrou Seu Arlindo, fiscal de feira aposentado e homem de muitas pranchetas. Na semana seguinte, ele apareceu com uma geringonça: o velocímetro de uma Kombi, uma balança de banheiro, um varal e muita fita isolante, tudo amarrado num poste em frente ao Trianon. Cada soco que entrava puxava o ponteiro pro lado de quem bateu. Ele batizou aquilo de PORRADÔMETRO, e a avenida nunca mais foi a mesma.

3. O ponteiro não mede razão

A geringonça cresceu. Hoje o ponteiro aparece gigante no telão de LED da pirâmide da avenida, e todo mundo olha pra cima entre um soco e outro. Mas Seu Arlindo fez questão de pintar a regra na lateral do aparelho original, em letra de forma: O PORRADÔMETRO NÃO MEDE QUEM TEM RAZÃO. MEDE QUEM ESTÁ BATENDO MAIS AGORA. Por isso o ponteiro esfria sozinho e volta pro meio quando a pancadaria dá uma pausa. Glória passada não conta. Vale o próximo soco.

4. Os rituais da concentração

Depois do primeiro encontro, cada torcida ganhou sua ponta da avenida, e o meio, entre o MASP e o Trianon, virou terreno de ninguém. O Vermelho sobe a Consolação e se concentra perto do Conjunto Nacional: aquecimento de batucada, alongamento coletivo e uma roda que precisa decidir, com toda a calma, quem segura a faixa, quem leva o bumbo e se o pastel é de carne ou de queijo. O Verde-Amarelo sobe a Brigadeiro e se concentra perto da estação: buzinaço de chegada, bandeira amarrada no pescoço feito capa e a foto oficial, que só sai quando a avó, o primo, o cunhado e o cachorro de bandana estão todos no enquadramento. Os dois lados chegam atrasados pelo mesmo motivo: quarenta minutos. Uns gastam na roda. Os outros, procurando vaga.

5. A regra de ouro: todo mundo levanta

A regra mais importante da Paulista foi criada por Dona Cida, que vende água e pipoca na frente do MASP desde antes de existir porradômetro. Depois de ver um rapaz do Verde-Amarelo e uma moça do Vermelho caídos lado a lado, ela bateu a concha na lata de pipoca e decretou: “Na minha calçada, ninguém sai deitado!”. Desde então é lei: quem leva nocaute fica ali um instante, vendo estrelinha girar, e levanta de novo, inteiro, despenteado e com mais vontade. Ninguém se machuca de verdade. Ninguém fica no chão. E ninguém, jamais, encosta no carrinho da Dona Cida.

6. A Trégua do Pastel

Toda briga boa tem intervalo. Quando o sol aperta, alguém grita “ÁGUA!” e a avenida congela: as duas torcidas entram na mesma fila, do mesmo ambulante, pra comprar a mesma água gelada e o mesmo pastel. Tem gente do Vermelho segurando a sacola de gente do Verde-Amarelo enquanto ela procura o troco, e vice-versa. A trégua é sagrada como a ciclovia: quando passa uma bicicleta, os dois lados param, abrem caminho e esperam. Aí o DJ do carro de som solta o grave, Seu Arlindo apita, e começa a revanche.

7. Sempre tem revanche

E assim segue, onda após onda. O ponteiro vai pra esquerda, volta pro meio, pende pra direita, volta de novo. Ninguém ganha a Paulista pra sempre, porque o porradômetro não guarda rancor: esfria, zera e espera o próximo soco. No fim da tarde, as duas torcidas descem a avenida cantando, cada uma a sua música e cada uma pro seu lado, já combinando a próxima. A Paulista não tem dono. Tem placar.

Quem você encontra na avenida

Do Time Vermelho

  • O Batuqueiro do Bumbo

    Carrega um bumbo maior que ele e não larga a baqueta nem pra tomar água. É o metrônomo do Time Vermelho: quando ele acelera, a linha inteira soca mais rápido; quando ele para pra amarrar o cadarço, o porradômetro sente.

    “Tum, tum, tum... AGORA!”

  • A Porta-Faixa

    Segura uma ponta da faixa de vinte metros; a outra ponta está com alguém que ela nunca viu na vida. Quando as duas resolvem virar pra lados diferentes, todo mundo no meio sai embrulhado, dos dois times. Já embrulhou um repórter, dois turistas e o isentão (duas vezes).

    “Segura aí do outro lado! Não, o OUTRO outro lado!”

  • A Coordenadora da Roda

    Prancheta numa mão, cronômetro na outra. Nada acontece no Time Vermelho sem passar pela roda, nem a porrada, que tem lista de inscrição e três minutos por pessoa. Ela leva o processo a sério, e a fila de quem quer bater anda rapidinho.

    “Próximo inscrito: você. Três minutos. Pode ir.”

  • O Dono da Garrafa Térmica

    Trouxe de casa um garrafão de café de cinco litros e serve todo mundo em copinho de plástico, inclusive gente do outro time que pede com educação. Dizem que um gole enche a FÚRIA; ele garante que é só café forte.

    “Tem café pra todo mundo, mas o copinho é contado.”

Do Time Verde-Amarelo

  • O Corneteiro

    Carrega uma corneta a gás em cada mão e um refil no bolso. É o despertador do Time Verde-Amarelo: quando ele toca, a linha inteira avança; quando o gás acaba, fica um silêncio tão grande que dá pra ouvir o ambulante do outro lado.

    “FÓÓÓÓM! ... Alguém tem refil?”

  • O Herói da Capa-Bandeira

    Amarra a bandeira no pescoço e entra na briga correndo, braço esticado, como se fosse decolar. Nunca decolou. Em dia de vento, a capa cobre a cara dele no meio da pancadaria, e ele bate assim mesmo, com um estilo inegável.

    “Sai da frente que eu tô de capa!”

  • O Organizador da Foto Oficial

    Nada começa no Time Verde-Amarelo antes da foto oficial com a bandeira aberta. Ele posiciona a família, o cunhado, a avó e o cachorro, tira quarenta fotos e pede “só mais uma”. A porrada espera, e a fila de quem quer bater já sai até sorrindo.

    “Todo mundo com cara de bravo... agora cara de bravo feliz!”

  • O Rei do Isopor

    Chega com um isopor de quarenta litros cheio de gelo, água e sanduíche natural e oferece pra qualquer um que pareça cansado, inclusive gente do outro time que pede com educação. Dizem que um gole enche a FÚRIA; ele garante que é só gelo de verdade.

    “Tem água pra todo mundo, mas a tampa do isopor é minha.”

Figuras da avenida, sem time

  • Dona Cida da Água e Pipoca

    Vende água gelada e pipoca na frente do MASP desde antes de existir porradômetro. Atende os dois lados com o mesmo sorriso e o mesmo preço, e foi ela quem criou a regra de ouro: na calçada dela, ninguém sai deitado. Quem esbarra no carrinho vira inimigo dos dois times ao mesmo tempo.

    “Água, água, água geladinha! Pipoca doce, pipoca salgada!”

  • O Isentão

    Camisa bege, boné cinza e posição firme no exato meio da avenida. Passa a tarde explicando que “os dois lados têm um ponto” e leva empurrão dos dois lados com a mesma serenidade. É o único na Paulista que comemora quando o ponteiro fica parado no meio.

    “Calma, gente, vamos ouvir os dois lad... PÁ!”

  • Seu Arlindo, o Fiscal do Porradômetro

    Colete laranja, apito no pescoço e uma prancheta grossa feito lista telefônica. Inventou a geringonça original com o velocímetro de uma Kombi e hoje fiscaliza a versão de LED. Conta cada soco dos dois lados, não pisca, não torce e não aceita reclamação fora do formulário.

    “Soco no vento não conta. Próximo!”

  • A Repórter do Ao Vivo

    Microfone na mão, cinegrafista atrás e o ponto eletrônico chiando. Tenta fazer a entrada ao vivo no meio da avenida, é atropelada pela onda vermelha e pela onda verde-amarela no mesmo take e termina a frase assim mesmo, deitada, impecável.

    “Estamos ao vivo na Avenida Paulista, onde o clima é de total tranquil... PÁ! ...de muita animação!”

  • O Turista Perdido no MASP

    Mochila, pochete, mapa de cabeça pra baixo e um ingresso do museu na mão. Acha que a pancadaria é uma performance de arte contemporânea no vão livre e aplaude cada nocaute. Fala três idiomas, nenhum deles ajuda, e sempre pergunta pro lado errado onde fica a entrada.

    “Bravo! Bravíssimo! E o museu... é por aqui?”

  • O DJ do Carro de Som

    Comanda um dos dois carros de som estacionados nas pontas da avenida. Não tem time: tem caixa de som. Testa o microfone a cada cinco minutos, solta o grave quando a briga esquenta e toca a música da revanche quando a trégua acaba.

    “Som, som, testando! Um, dois, um, dois... SOLTA O GRAVE!”

Antes de entrar na avenida

Dúvidas frequentes

O que é o PORRADÔMETRO?

É um jogo de briga de rua multiplayer, grátis e no navegador. Duas torcidas, o Time Vermelho e o Time Verde-Amarelo, se encontram na Avenida Paulista e trocam sopapo de desenho animado. O placar gigante no alto da tela, o porradômetro, mostra qual lado está batendo mais neste exato momento.

É grátis mesmo? Precisa baixar ou criar conta?

Grátis e sem download. Para entrar na avenida você cria uma conta, também grátis e só para maiores de 18 anos: e-mail, senha e a confirmação pelo link que chega no e-mail. A conta guarda seus pontos numa carteira, seu histórico e seu personagem, e vai junto para qualquer aparelho. Abra porradometro.com, entre na conta, escolha um lado e pronto.

Funciona no celular?

Sim. No celular tem joystick virtual pro polegar esquerdo e botões de SOCO, EMPURRA, ESPECIAL, DASH, DEFESA e PEGAR no canto direito. No computador é teclado e mouse: WASD pra andar, espaço ou clique pra socar.

Como funciona o placar?

O porradômetro é um cabo de guerra: cada soco que acerta puxa o ponteiro pro lado de quem bateu. Ele mede o agora e esfria sozinho, então pra segurar o ponteiro do seu lado o time tem que continuar batendo. Como diz a regra pintada no aparelho: ele não mede quem tem razão, mede quem está batendo mais agora.

Quantas pessoas jogam ao mesmo tempo?

Todo mundo que está jogando cai na mesma Avenida Paulista, ao mesmo tempo, sem sala e sem fila. Quando a avenida está vazia, os lutadores da casa completam o bolo dos dois lados.

Tem ranking?

Tem. Soco certeiro, nocaute e combo valem pontos, e derrubar gente de verdade vale mais que derrubar bot. O ranking mostra o top de hoje, da semana e de todos os tempos, por time, e a tabela separada dos duelos 1x1.

Tem duelo 1x1?

Tem. Quatro barracas ficam ao longo da avenida: entre numa delas e aperte E (ou toque no painel, no celular) pra esperar um adversário. Quando outra pessoa entra na mesma barraca, os dois vão pra jaula: melhor de três rounds de um minuto.

O que é a onda de zumbis?

Toda hora cheia, durante cinco minutos, uma leva de zumbis de desenho animado sai do asfalto da avenida e ataca todo mundo, dos dois times, sem escolher lado. Eles são lentos, andam mancando de braço esticado e dão unhada e mordida. Bater em zumbi vale ponto, e cadeira, cone ou paralelepípedo arremessado derruba bem mais rápido que soco. Zumbi nocauteado some num puf de fumaça.

Quais são os controles?

WASD ou setas pra andar, espaço ou clique esquerdo pra socar (segure pra carregar), Shift pra dash, F pra defesa, R pra empurrão, Q pra PORRADA ESPECIAL com a FÚRIA cheia, E pra pegar cadeira, cone, paralelepípedo ou saco de lixo do chão e arremessar. Botão direito gira a câmera e a rodinha dá zoom.

É um jogo político? De que lado ele está?

É sátira de torcida de rua, não material de campanha: não tem número, slogan nem pedido de voto, e os dois times recebem exatamente o mesmo tratamento, o mesmo tanto de texto e as mesmas piadas. Os lutadores são torcedores anônimos. O porradômetro não mede quem tem razão.

Alguém se machuca?

Não. É pancadaria de desenho animado: quem leva nocaute fica dois segundos vendo estrelinha e levanta inteiro na sua ponta da avenida, pronto pra revanche. Na Paulista, ninguém sai deitado.

Dá pra jogar com os amigos?

Dá. Mande o link porradometro.com, escolham o mesmo lado pra brigar juntos ou lados opostos pra se enfrentarem: todo mundo cai na mesma avenida. Pra entrar direto num time, use porradometro.com/?team=vermelho ou ?team=verde (cada um com a sua conta).

Quem fez e com o que foi feito?

É um jogo brasileiro independente, feito com TypeScript e Three.js no navegador e um servidor próprio que roda a briga em tempo real. Novidades e bastidores ficam no Instagram @porradometro.

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